BOM DIA BOA NOITE OI TCHAU SECOS SERES SEM SONHOS CONTAM COISAS CANSADAS DE CASO VIVEM A VIDA VELANDO VÍCIOS MORRENDO DE MEDO DE MECHER NO MÓVEL MOFADO TRISTE TESE DE TECER TERRÍVEL TRATADO JÁ TEVE POIS PROPUSERAM POR SÍ PÁGINAS PASSADAS DE DORMIR DESCANSADO DÍFÍCEIS DIREITOS QUE QUISERAM QUE FOSSEM FATADOS.
Então , queridos seres, ano passado eu fiz um post sobre o mundo otaku,onde eu disse ser 'otaka', bem , ano passado eu ainda estava estudando isso , porque haviam pra mim controvérsias demais sobre qual era o verdadeiro feminino de otaku , agora eu utilizo o termo 'otome' que me parece mais formal , otaka pode ser usado mas não tem muita definição , enfim,
Era briluz. As lesmolisas touvas roldavam e reviam nos gramilvos. Estavam mimsicais as pintalouvas, E os momirratos davam grilvos. "Foge do Jaguadarte, o que não morre! Garra que agarra, bocarra que urra! Foge da ave Fefel, meu filho, e corre Do frumioso Babassura!" Ele arrancou sua espada vorpal e foi atras do inimigo do Homundo. Na árvore Tamtam ele afinal Parou, um dia, sonilundo. E enquanto estava em sussustada sesta, Chegou o Jaguadarte, olho de fogo, Sorrelfiflando atraves da floresta, E borbulia um riso louco! Um dois! Um, dois! Sua espada mavorta Vai-vem, vem-vai, para tras, para diante! Cabeca fere, corta e, fera morta, Ei-lo que volta galunfante. "Pois entao tu mataste o Jaguadarte! Vem aos meus braços, homenino meu! Oh dia fremular! Bravooh! Bravarte!" Ele se ria jubileu. Era briluz. As lesmolisas touvas Roldavam e relviam nos gramilvos. Estavam mimsicais as pintalouvas, E os momirratos davam grilvos.
Hoje é dia de Cazuza aqui no blog, mas mais do que cantar uma música do grande , nós vamos refletir com essa revoltada porem tranquila canção então, cantem comigo, Burguesia!!
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia não tem charme nem é discreta Com suas perucas de cabelos de boneca A burguesia quer ser sócia do Country A burguesia quer ir a New York fazer compras
Pobre de mim que vim do seio da burguesia Sou rico mas não sou mesquinho Eu também cheiro mal Eu também cheiro mal
A burguesia tá acabando com a Barra Afunda barcos cheios de crianças E dormem tranqüilos E dormem tranqüilos
Os guardanapos estão sempre limpos As empregadas, uniformizadas São caboclos querendo ser ingleses São caboclos querendo ser ingleses
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia não repara na dor Da vendedora de chicletes A burguesia só olha pra si A burguesia só olha pra si A burguesia é a direita, é a guerra
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
As pessoas vão ver que estão sendo roubadas Vai haver uma revolução Ao contrário da de 64 O Brasil é medroso Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia Vamos pra rua Vamos pra rua Vamos pra rua Vamos pra rua Pra rua, pra rua
Vamos acabar com a burguesia Vamos dinamitar a burguesia Vamos pôr a burguesia na cadeia Numa fazenda de trabalhos forçados Eu sou burguês, mas eu sou artista Estou do lado do povo, do povo
A burguesia fede - fede, fede, fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
Porcos num chiqueiro São mais dignos que um burguês Mas também existe o bom burguês Que vive do seu trabalho honestamente Mas este quer construir um país E não abandoná-lo com uma pasta de dólares O bom burguês é como o operário É o médico que cobra menos pra quem não tem E se interessa por seu povo Em seres humanos vivendo como bichos Tentando te enforcar na janela do carro No sinal, no sinal No sinal, no sinal
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
Vejo o reflexo da verdade estampado no rosto da criança sem ilusão vejo o tamanho da maldade com que se trata seu coração ali desperta a dor aos poucos perdendo um pouco da visão que já foi lúdica conosco acreditando ou não. Ele espera a vingança, pelos dias de deficiência mental dos maiores ele agradece a esperança, empregada em desejos melhores mas de nada adianta , o fluxo de desgosto agudo na veia de inocentes me faz querer mergulhar em pronuncias entredentes esqueci a mim mesma um pouco, por fim sociedade insana, só peço que sejam ditos, ou que todos vão em cana, se não abrem os olhos querendo, sem vontade não matam a fome.